quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 65 - O Sonho do Baile Fantasma e o Mago Prisioneiro

 Relato de sessão, 13/02/2026

 Mestre Renê

Aventureiros:

Solaire de Helina, Arcanista nível 1

Crepúsculo, Magista nível 2

Lioren Folhavil, Elfo nivel 3

Vênus, Combatente nível 2

Ammy, Combatente Nível 2

Eraldin, Elfo Nivel 3

Por Solaire de Helina

"Os aventureiros entram para mais uma noite explorando aquele temido poço.... Retornaremos com vida? Mortos? Me pergunto o que pode ocorrer ali dentro...

Após a parada do elevador, seguimos por um corredor desconfortavelmente escuro, utilizamos da lamparina de Eraldin para conseguirmos enxergar sem que fossemos atacados, ou humilhantemente fossemos levados para um buraco que nos traria a morte.

Após o auxílio de Ammy para descermos uma rampa sem muitas dificuldades, chegamos a uma porta, o visual dela nos remetia puramente a magia, logo os arcanista e o elfo do grupo ficaram animados, e com razão.

Entramos na porta, um salão bem iluminado nos recebeu, logo percebemos onde estávamos... Um baile cadavérico, um esqueleto estranho nos recepcionou, exigindo etiqueta ou um convite de seu senhor, Malazar.

Logo ao aderir postura formal e etiqueta ideal, o esqueleto nós permitiu prosseguir para o baile, os aventureiros foram dançar em conjunto, enquanto eu... Preferi manter distância, uma aventura nova talvez? Decidi fazer par com uma fantasma que ali dançava em solidão, foi uma experiência de fato inédita, o salão passou de algo fantasmagórico para algo... Bonito? Novo?

Os fantasmas se tornaram pessoas, inclusive a que dançava junto a mim, ao fim da dança, ela me entregou um pacote, pacote esse que tinha um relógio muito bonito, mas aparentemente com defeito, sempre indo em direção contrária ao convencional, para quê eu iria querer um relógio que funciona no sentido anti-horário se não fosse para vender?

Por fim, a dança chegou ao fim, o palácio voltou a ser fantasmagórico como antes, o mesmo para os espíritos ali presentes.

Seguimos caminho por uma porta, situação essa que nos levou a outro grande corredor, com diversos quadros de um mago ao longo do tempo, desde sua juventude até sua velhice.

Decidimos descansar, estávamos com fome e com sede, fizemos um pequeno acampamento improvisado, no fim desse descanso, decidi tomar iniciativa em algo arriscado...
Queria aproveitar a onda de energias boas que vinha da área, bizarra mas estranhamente boa, peguei meu pergaminho mais poderoso... Receptáculo, e quando utilizei a magia no anel dado a Lioren por Mirandimax... Funcionou? Tudo está escuro... Apenas vejo... Almas?"

(A partir daqui o relato já não será mais nos olhos de Solaire, pelo fato de anéis não  escreverem relatos)

Vênus levou o corpo agora desmaiado de Solaire para o elevador e ali ficaram, enquanto seus aliados prosseguiram pela estranha masmorra, chegando em uma área com diversos quadros espalhados e uma porta sem maçaneta, por fim, Eraldin adquiriu alguma joias e ouro, quase sendo atacado por um dos quadros que pareciam olhar para os corajosos aventureiros.

Era um quebra-cabeça, a maçaneta da porta estava em um baú atrás do último quadro da sala, juntamente dos tesouros encontrados pelo sagaz elfo, ao ser resolvido pelos exploradores, uma porta para a próxima sala foi aberta.

Chegando lá, percebe-se que a sala possuía um tamanho quase que irreal, quilômetros de extensão, com uma mesa aparentemente para banquetes bem centralizada, varias estatuas de armaduras espalhadas ao fundo, nossos protagonistas desta jornada avistaram objetos da mesa, inclusive uma caneca e uma garrafa (que estranhamente possuíam a logo da taverna da Caneca Furada).

Por fim, ao avistarem as estatuas se mexendo, decidiram bater em retirada de forma segura.

Todos retornaram vivos.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 64 - Depois do dilúvio

 

Sessão: Sexta-feira, 16/01/2026

Eraldin, Elfo (Marco)

Kazuma, Especialista (Guilherme)

Crepúsculo,  Magista (Rheica)

Nathaly, Gnoma (Vinny) 

 Após o recesso de "Natal", a neve e a chuva finalmente deram trégua em Irlum. O grupo de aventureiros — formado por Eraldin, o Celeste; Belizarius, o Mago; e Savio, o Guerreiro — aproveitou o tempo firme para percorrer as ruas da cidade em busca de novas missões.

O Mistério da Taverna Furada

Durante a andança, decidiram passar na Taverna Furada para conferir se o local já havia voltado ao funcionamento normal. No caminho, ouviram boatos sombrios de que o estabelecimento estaria à venda. Para verificar a história, Eraldin bateu à porta e foi recebido por Mick e Jagger, que logo desmentiram os rumores: tratava-se apenas de uma reforma mais demorada. No entanto, o clima amistoso foi cortado por um rosnado sinistro vindo de dentro do estabelecimento, por uma criatura desconhecida que se aproximava da porta, encerrando a conversa abruptamente.

Trabalho Duro na Ratoeira

Sem a taverna disponível e sem missões imediatas, o grupo planejava ajudar Belizarius em sua investigação sobre o demônio que ele e Savio enfrentaram anteriormente em Irlun. Contudo, o destino mudou o rumo da tarde quando um transeunte comentou sobre as dificuldades do povo da Ratoeira, que precisava desesperadamente de ajuda com limpeza e reconstrução. Sávio prontamente se voluntariou, seguido por Eraldin. Belizarius, por sua vez, preferiu resguardar-se para focar em sua investigação.

Enquanto Eraldin e Savio trabalhavam duro na reconstrução, o Celeste aproveitou para conversar com moradores e guardas, colhendo notas importantes sobre a origem das enchentes que assolavam a região.

Encontros Suspeitos e Sombras de Shoggoth

Ao final do primeiro dia, dois desconhecidos de aparência élfica foram vistos esgueirando-se pelos muros da Rataria. Eraldin os abordou e descobriu que se chamavam Ethien e Balerian. Eram forasteiros, recém-chegados há três dias. O rapaz parecia tenso e seu semblante mudou drasticamente ao ouvir menções ao clã dos orcs — algo que até Savio, observando de longe, notou. Percebendo isso, Eraldin optou por não estender o assunto, orientando que procurassem o clã dos orcs se precisassem de ajuda, e a dupla desapareceu pelas vielas.

Paralelamente, a busca de Belizarius rendeu frutos. Após consultar templos e especialistas, o mago finalmente descobriu o nome da entidade que buscava: Shoggoth.

Conclusão e Vigilância

À noite, o grupo se reuniu para partilhar as descobertas. Belizarius alertou os companheiros para redobrarem o cuidado na Rataria, pois todos suspeitavam que os elfos forasteiros pudessem ter ligações com os Máscaras Noturnas, aviso esse que foi estendido para todo os membros do clã. No dia seguinte, o trabalho na Ratoeira continuou. Paralelamente ao trabalho, Savio aproveitou para ir em uma taberna próxima para colher mais informações sobre as ruas e novos visitantes. Eraldin comunicou seus receios aos guardas dos Plumas Azuis que, ao fim do dia, chegaram a avistar os suspeitos. Tentaram segui-los, mas os dois desapareceram misteriosamente entre as vielas da rataria.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 63 - Goranthia retornará!

 21/11/2027
Primeira investigação sobre "Goranthia"

Relato por Gabriel "Vuksagat"

Balik - Marco
Vuksagat - Gabriel
Durin - Noah
Du-Gash - Guilherme Oliveira
Zander o Magnifico - João
Vênus - Silver

Os aventureiros decidiram investigar as estranhas mensagens que apareceram por Irlun, "Goranthia retornará" enfrentando um dos piores tempos de chuva na cidade.
Aproveitando a leve cessada que o temporal deu, os aventureiros se dividiram em dois grupos, Vuk, Zander e Durin se dirigiram a biblioteca, levando também o espelho mágico "Du-gashzinho", enquanto Balik, Du-gash e Vênus iriam encontrar com Nabo, um presidiário ex-Pluma Azul (Ser preso depois de ser da guarda é algum tipo de padrão em Irlun? Já tem uns dois casos desse jeito!).
Foi descoberto que supostamente quem estaria escrevendo sobre Goranthia era um "profeta" de Irlun, Dailini, um senhor que saía por Irlun espalhando profecias sobre o futuro da cidade, um senhor de longos cabelos brancos, barba branca e aparentemente se localizava no mercado de Irlun.
Simultaneamente ambos os grupos conseguiram a mesma informação sobre o tal sujeito, se encontrando logo após no local mencionado, porém o que os esperava era um pouco maior que um velho cabeludo...
Crocodilos do esgoto!Os aventureiros enfrentaram bravamente o crocodilo, até o momento em que mais um surgiu do esgoto, ambos derrotados com sucesso.
Um senhor, dono de uma pequena taverna local ofereceu a Du-Gash uma apresentação custeada pela taverna...
Porém os aventureiros ficam desconfiados pela aparência do taberneiro, no fim ele também se encaixa com a descrição dada por Nabo do suposto vândalo.
Por fim, os aventureiros foram agradecidos e apreciados pelos cidadãos locais após o enfrentamento da dupla de crocodilos.


SCHLEICH - CROCODILLE #14736 - SCHLEICH / PAPO / Schleich 

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 62 - A Vigília de Veyrun

 A Vigília de Veyrun

Mestre Renê

Aventura: Alex

Vinny - Nathaly (Gnomo)
André - Erand (Arcanista)
Ruben - Lobobito (Arcanista)
Noah - Durin (Anão)
Augusto - Sávio (Combatente)

Após descerem o poço, os aventureiros se viram diante de um corredor irregular, tomado por neve e silêncio. No fim do corredor, encontraram uma porta metálica ornamentada com runas gnômicas, onde se lia a inscrição:
 

“Protegei o ciclo...
 

"Preservai a memória.”
 

Intrigados com o aviso, o grupo prosseguiu e após a porta se depararam com um imenso corredor, após adentrarem alguns metros frio revelou um corpo caído, um gnomo de aparência singular, mesclando carne e engrenagens metálicas, como se fosse parte máquina, parte criatura viva, Erand, o mago, carregou o corpo do gnomo. Mais adiante, o corredor se abriu em um grande salão tomado por estátuas de gnomos em poses solenes. Entre elas, uma figura se destacava: um gnomo empunhando um cajado (Gnomo castando magia?), mas o repouso das estátuas não durou muito. Assim que os aventureiros entraram no salão, o gelo começou a ranger e se partir, e as estátuas ganharam vida. Um combate intenso se seguiu entre o grupo e os gnomos congelados.

 Todos voltaram vivos....