Relato de sessão, 13/02/2026
Mestre Renê
Aventureiros:
Solaire de Helina, Arcanista nível 1
Crepúsculo, Magista nível 2
Lioren Folhavil, Elfo nivel 3
Vênus, Combatente nível 2
Ammy, Combatente Nível 2
Eraldin, Elfo Nivel 3
Por Solaire de Helina
"Os aventureiros entram para mais uma noite explorando aquele temido poço.... Retornaremos com vida? Mortos? Me pergunto o que pode ocorrer ali dentro...
Após a parada do elevador, seguimos por um corredor desconfortavelmente escuro, utilizamos da lamparina de Eraldin para conseguirmos enxergar sem que fossemos atacados, ou humilhantemente fossemos levados para um buraco que nos traria a morte.
Após o auxílio de Ammy para descermos uma rampa sem muitas dificuldades, chegamos a uma porta, o visual dela nos remetia puramente a magia, logo os arcanista e o elfo do grupo ficaram animados, e com razão.
Entramos na porta, um salão bem iluminado nos recebeu, logo percebemos onde estávamos... Um baile cadavérico, um esqueleto estranho nos recepcionou, exigindo etiqueta ou um convite de seu senhor, Malazar.
Logo ao aderir postura formal e etiqueta ideal, o esqueleto nós permitiu prosseguir para o baile, os aventureiros foram dançar em conjunto, enquanto eu... Preferi manter distância, uma aventura nova talvez? Decidi fazer par com uma fantasma que ali dançava em solidão, foi uma experiência de fato inédita, o salão passou de algo fantasmagórico para algo... Bonito? Novo?
Os fantasmas se tornaram pessoas, inclusive a que dançava junto a mim, ao fim da dança, ela me entregou um pacote, pacote esse que tinha um relógio muito bonito, mas aparentemente com defeito, sempre indo em direção contrária ao convencional, para quê eu iria querer um relógio que funciona no sentido anti-horário se não fosse para vender?
Por fim, a dança chegou ao fim, o palácio voltou a ser fantasmagórico como antes, o mesmo para os espíritos ali presentes.
Decidimos descansar, estávamos com fome e com sede, fizemos um pequeno acampamento improvisado, no fim desse descanso, decidi tomar iniciativa em algo arriscado...
Queria aproveitar a onda de energias boas que vinha da área, bizarra mas estranhamente boa, peguei meu pergaminho mais poderoso... Receptáculo, e quando utilizei a magia no anel dado a Lioren por Mirandimax... Funcionou? Tudo está escuro... Apenas vejo... Almas?"
(A partir daqui o relato já não será mais nos olhos de Solaire, pelo fato de anéis não escreverem relatos)
Vênus levou o corpo agora desmaiado de Solaire para o elevador e ali ficaram, enquanto seus aliados prosseguiram pela estranha masmorra, chegando em uma área com diversos quadros espalhados e uma porta sem maçaneta, por fim, Eraldin adquiriu alguma joias e ouro, quase sendo atacado por um dos quadros que pareciam olhar para os corajosos aventureiros.
Era um quebra-cabeça, a maçaneta da porta estava em um baú atrás do último quadro da sala, juntamente dos tesouros encontrados pelo sagaz elfo, ao ser resolvido pelos exploradores, uma porta para a próxima sala foi aberta.
Chegando lá, percebe-se que a sala possuía um tamanho quase que irreal, quilômetros de extensão, com uma mesa aparentemente para banquetes bem centralizada, varias estatuas de armaduras espalhadas ao fundo, nossos protagonistas desta jornada avistaram objetos da mesa, inclusive uma caneca e uma garrafa (que estranhamente possuíam a logo da taverna da Caneca Furada).
Por fim, ao avistarem as estatuas se mexendo, decidiram bater em retirada de forma segura.
Todos retornaram vivos.

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