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quinta-feira, 7 de maio de 2026

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 68 - Se podemos nos dividir em dois, porque não em três?

 Relato de Aventura: Algumas verdades....
 

Por Marco Eraldin 

Participantes:
Anthony: Solaire, Arcanista nível 2;
Guilherme: Kazuma, especialista nível 4;
Guilherme Oliveira: Lioren, Elfo nível 3;
Marco: Eraldin, elfo nível 3;
Silver: Vênus, Combatente nível 3;
: Ebony: ....
: Durin ....
 

Enquanto uma parte do grupo enfrentava horrores no subterrâneo, a superfície de Irlun não se mostrava menos perigosa...
 

Sombras na Superfície: A Verdadeira Identidade de Lioren
Do lado de fora, Lioren, Solaire e Crepúsculo mantinham a vigília. Ao investigarem um movimento suspeito nas proximidades, depararam-se com corpos que Crepúsculo prontamente reconheceu: eram as vítimas do incidente em que Ethien os salvara na noite anterior.
Subitamente, Lioren percebeu uma nova movimentação em direção à entrada do templo. Reconhecendo uma das silhuetas, ele pediu que Solaire e Crepúsculo recuassem para que ele pudesse lidar com os recém-chegados. Ao interceptar os cinco suspeitos, Lioren foi reconhecido; tratava-se de seguidores de Marduk. Diante deles, o elfo revelou sua verdadeira identidade: Faray, seguidor de Marduk.
Os cultistas explicaram que o local era um Santuário de Marduk que vinha sendo profanado por invasores. Lioren/Faray tentou negociar a entrada para retirar seus aliados, mas o líder do grupo inimigo foi categórico: exigia o sacrifício de todos que haviam violado o solo sagrado.
 

 

O Combate no Alçapão
Enquanto Crepúsculo permanecia com os corpos para garantir provas aos Plumas Azuis, a tensão explodiu no alçapão. Solaire, que seguia Faray à distância, percebendo que o grupo estava se preparando para descer, viu que algo estava errado, recrutando dois aventureiros que passavam pelo local — Durin e Ebony — prometendo recompensas em troca de ajuda. Solaire tentou paralisar o último cultista que descia com um feitiço, mas falhou, alertando os inimigos.
 

O combate que se seguiu foi feroz. Durin, Ebony e Solaire conseguiram abater três adversários. Faray, agindo nas sombras, aguardou o momento certo para empurrar o quarto cultista de volta ao buraco; com a ajuda de Durin, o inimigo foi lançado para a morte na queda. No entanto, um dos seguidores de Marduk conseguiu escapar e adentrou as profundezas para alertar os demais.
 

E o combate no túnel contínua
No túnel, a situação do outro grupo era desesperadora. Eraldin e Sávio acabaram de presenciar que a criatura — uma bizarra cabeça de javali flutuante — era imune a danos físicos mundanos. Eraldin, sendo o único conjurador do grupo, percebeu o tamanho do problema, pois estar em corpo a corpo com a criatura tornava praticamente impossível a conjuração de uma magia. Enquanto se defendia, ele ordenou a retirada imediata, empurrando Sávio, que parecia paralisado pelo choque.
Durante o recuo, duas flechas cortaram o ar. Uma ricocheteou inútil, mas a outra perfurou a criatura, causando-lhe dor visível. Ao olharem para trás, notaram que o atirador da flecha que tinha ricocheteado estava abandonando a balestra e sacando uma espada, avançando e ignorando os avisos de Eraldin sobre a imunidade do monstro. Antes que o embate prosseguisse, Sevarinus interveio do fundo do corredor, conjurando três feixes de luz que vaporizaram a abominação.
Sevarinus foi direto: "Vocês sabem onde estão se metendo? Este é um Templo de Marduk... e Gárgulas ou Golens não sentem o aço comum, apenas o toque da magia."
 

Bênçãos e Discórdia
Enquanto isso, Kazuma terminava de abrir a porta, adentrando em uma sala repleta de cofres e um baú — sendo vigiado de perto por uma das integrantes do grupo de Sevarinus. O grande Arcanista, Sevarinus, começou a falar sobre o mal antigo que habitava o templo, algo que nem mesmo eles, seguidores de Helina, desejavam enfrentar. Por fim, questiona se Eraldin, por sua ascendência élfica, sentia o mesmo desconforto, visto que seu povo tinha conhecimento deste mal.


Nandine, esposa de Sevarinus, surgiu logo em seguida, do grupo, ela era a seguidora mais devota de Helina. Eraldin implorou por uma bênção para sua lâmina, e embora ela alegasse não ter poder para tal encantamento, proferiu algumas palavras de boa sorte:
"Que a luz do sol ilumine esta arma para que expulse os indignos e impuros; faça com que, todos os dias, o sol nasça no horizonte."
 

Nathaly, devota de Flora, também buscou e recebeu as mesmas palavras de seu companheiro. O grupo se reuniu na sala dos cofres, onde Kazuma abriu o baú principal, encontrando duas gemas idênticas.
A trégua, porém, foi abalada pela política. Sevarinus e Eraldin selaram uma parceria de exploração, acordando que os tesouros seriam divididos igualmente entre os líderes para posterior distribuição ao grupo. Kazuma, o aventureiro mais experiente do grupo, não aceitou a liderança de Eraldin. Em um gesto de total desdém, ao ser solicitado a entregar a gema para a guarda do elfo, ele a arremessou ao chão e disse: "Não aceito ordens.”

domingo, 19 de abril de 2026

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 67 - Depois do dilúvio, sombras sob a Ratoeira

Sessão: 17/02/2026
 

Participantes:
 

Rheica: Crepúsculo, magista nível 2; 

Marco: Eraldin, elfo nível 3; 

Guilherme: Kazuma, especialista nível 4;

Guilherme Oliveira: Lioren, Elfo nível 3;

Augusto: Sávio, Combatente nível 2;

Anthony: Solaire, Arcanista nível 2;

Silver: Vênus, Combatente nível 3;

por Marco Eraldin 

A aventura recomeçou logo após os eventos traumáticos do dia anterior. Com exceção de Kazuma, que permaneceu em vigília monitorando o local para ver se mais alguém se aproximava, os demais aventureiros buscaram o refúgio de suas casas para descansar e processar descobertas.


Preparativos e Diplomacia
No dia seguinte, o grupo se reuniu para traçar os próximos passos. Houve um consenso: a nova incursão exigiria o maior número de aliados possíveis. Reforços foram convocados — Lioren, Vênus, Solaire e Sávio — somando-se ao núcleo principal. Kazuma relatou que a noite no local do último combate fora silenciosa, sem movimentações suspeitas. Embora Kazuma estivesse ansioso para partir imediatamente, Eraldin notou sua exaustão e pediu para que ele descansasse antes da missão.


Enquanto Kazuma recuperava as suas forças, Eraldin dirigiu-se à sede dos Plumas Azuis. Em uma conversa franca com o Capitão, expôs a gravidade da situação, citando o possível conflito entre facções e a suspeita da presença dos Máscaras Noturnas. O Capitão, embora severo e com poucos homens à disposição, concedeu uma permissão especial:
"Não tenho homens para ceder, então permito que investiguem. Mas lembrem-se: sem confusões, sem importunar ou matar inocentes. Reportem-se a mim ao fim da investigação."
 

O Retorno ao subterrâneo
Com a permissão em mãos e Kazuma descansado, o grupo partiu. Para a descida ao subterrâneo, formou-se uma equipe de exploração com Eraldin, Kazuma, Nathaly, Sávio
e Vênus, enquanto Lioren, Solaire e Crepúsculo permaneceram na superfície, garantindo que ninguém os seguisse.
 

Após descerem e cruzarem a porta, o grupo nota que ela estava com uma substância laranja translúcida — dura, inodora um pouco semelhante a uma gelatina. Em uma bifurcação, Nathaly e Sávio analisaram o terreno e perceberam que a terra à esquerda estava mais remexida. Decidiram seguir por ali, mas não antes de Nathaly instalar uma armadilha sonora no caminho da direita como precaução.
 

Emboscada e o Símbolo de Helina

Eraldin marcava o caminho discretamente enquanto avançavam por túneis longos, até chegarem a uma encruzilhada diante de uma imponente porta de metal. Kazuma tomou a dianteira para investigá-la e tentar abri-la, mas foi subitamente cercado por cinco pessoas (4 homens e 1 mulher):
"Ora, ora... parece que temos um ratinho aqui."

Kazuma notou imediatamente que tinham 4 bestas apontas em sua direção, além disso, notou um disco de madeira com o símbolo do sol de Helina no pescoço de um dos captores, mas manteve a calma. Interrogado pelo líder do grupo, um homem chamado Sevarinus que portava um cajado, Kazuma respondeu de forma evasiva, protegendo a localização/ presença de seus companheiros e a natureza de sua missão. Sevarinus, com um olhar duro, ordenou que ele fosse embora e levasse quem quer que estivesse com ele, alegando que o local não era seguro e que eles não deviam estar ali.


Ao retornar e relatar o encontro, Eraldin questiona a existência de uma milícia da Igreja de Helina, mas Vênus, recorrendo aos seus conhecimentos, teve a certeza: a igreja não possuía tal braço armado.
 

Uma criatura voadora
Antes que pudessem decidir o próximo passo, um ruído estranho vindo do túnel por onde vieram interrompeu o silêncio. Algo se aproximava rapidamente, deslizando sem causar vibrações no chão. A surpresa veio na forma de uma criatura aberrante: uma coisa com a cabeça de javali flutando que avançou ferozmente contra o grupo.
 

O túnel estreito forçou uma formação em fila indiana, dificultando a defesa. Eraldin gritou para que Nathaly lhe entregasse o seu escudo enquanto conjurava sua armadura mágica. Sávio tentava disparar suas flechas por cima do ombro do elfo, enquanto Kazuma recuava em direção à porta de metal, tentando abri-la para ganhar espaço.
 

A criatura atingiu Eraldin duas vezes, sentindo o contra-ataque mágico da armadura, mas não recuou. Sávio e Nathaly disparavam, mas os projéteis não encontravam o alvo na confusão do túnel, e Vênus, presa no final da fila, não conseguia progredir para ajudar. Em um momento de abertura, Eraldin desferiu um golpe preciso de espada, mas percebeu com horror que a lâmina não causou efeito algum na criatura.
 

O caos do combate atraiu novamente o grupo de Sevarinus. Ao ver Kazuma, o líder rosnou:
"Não dissemos para você ir embora?"
 

Kazuma explicou rapidamente a situação, apontando para o monstro que acuava seus amigos no corredor. Sevarinus, após confirmar a veracidade do relato através de seus homens, respirou fundo e, empunhando seu cajado, avançou em direção ao combate.

sábado, 18 de abril de 2026

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 66 - Depois do dilúvio, e o mistério se complica....

30/01/2026 

Participantes da sessão:
Eraldin, Elfo (Marco);
Kazuma, Especialista (Guilherme);
Crepúsculo, Magista (Rheica);
Nathaly, Gnoma (Vinny).

Por Marco Eraldin 

Reunião
Um dia após o início dos trabalhos na Ratoeira e o primeiro encontro com os elfos Ethien e Balerian, um grupo se reuniu novamente para continuar os reparos e a limpeza da região. Desta vez, a comitiva era formada por Eraldin, Crepúsculo, Kazuma e Nathaly.
 

Rumores e Preces
Enquanto trabalhavam, Eraldin e Kazuma — conhecidos de longa data das incursões ao Poço — aproveitavam para colocar o papo em dia. Eraldin narrou a caçada do clã dos orcs ao "Assassino das Rosas", enquanto Kazuma relatou seus embates contra as Máscaras Noturnas e sua busca por vingança pela morte de Duran.
 

Ao mencionarem as Máscaras Noturnas, o alerta geral acendeu. Eraldin relembrou o encontro suspeito com os elfos no dia anterior. Crepúsculo, ao ouvir a descrição, recordou-se de ter visto a dupla no Templo de Helina, onde os ouviu em uma prece fervorosa: "Senhora da Manhã, proteja a mim e a meu irmão, para que consigamos aqui as pistas do mal que combatemos."
 

O Rastro nas Ruínas
A conversa foi interrompida pela angústia de Nathaly, que buscava desesperadamente por seus familiares desaparecidos há dias em Irlun. Enquanto o grupo prometia ajudá-la na busca, os mesmos elfos foram avistados esgueirando-se novamente pelos muros da Ratoeira.
 

O grupo agiu rápido e iniciou uma perseguição cautelosa pelas vielas. Kazuma seguia na vanguarda, seguido por Nathaly, com Eraldin e Crepúsculo fechando a retaguarda. O rastro os levou a uma área devastada pelas chuvas, repleta de construções desmoronadas. Lá, cruzaram com um velho de cabelos brancos que berrava profecias apocalípticas sobre o "castigo dos deuses" e o retorno das chuvas purificadoras em Irlun. Nathaly, indignada com o discurso, mal deu ouvidos ao velho, e o grupo focou no que importava: uma casa onde Kazuma viu os elfos antes de desaparecerem.
 

Emboscada e o Salvador Inesperado
Dentro da residência, encontraram um alçapão com uma corda que levava ao subterrâneo. Kazuma desceu para investigar enquanto os outros montavam guarda. Foi então que o perigo se revelou: três inimigos — dois espadachins e um arqueiro — surgiram para o combate.
 

A batalha foi intensa. Eraldin conjurou sua armadura mágica e sacou a espada; Crepúsculo, sem armas de curto alcance, improvisou usando suas flechas para o combate corpo a corpo, enquanto Nathaly se posicionava para disparar à distância. Os aventureiros ganhavam terreno, e Eraldin conseguiu amedrontar um dos oponentes para auxiliar Crepúsculo, mas no fim, quem o finalizou foi Nathaly, com uma flechada perfeita.
 

A vitória parecia certa, até que um mago chamado Sael surgiu das sombras, atingindo Eraldin gravemente com dois mísseis mágicos. Kazuma, ouvindo o caos acima, começou a escalar de volta para tentar um ataque surpresa. No momento crítico, enquanto Eraldin protegia Crepúsculo para que ela o curasse e Nathaly mantinha a pressão ofensiva contra os adversários, Sael se preparava para um golpe de misericórdia.
 

Antes que o mago pudesse agir, ele foi fulminado por duas rajadas de luz pura, morrendo instantaneamente. Ao olhar para as sombras de uma casa próxima, Eraldin avistou a silhueta de Ethien, novamente desaparecendo nas sombras.
 

A calmaria antes da tempestade....
Com o líder morto, os inimigos restantes fugiram desesperadamente. Eraldin e Nathaly tentaram detê-los, mas os fugitivos desapareceram no labirinto das vielas. Kazuma reuniu-se ao grupo para ajudar a saquear os corpos e processar o ocorrido. O sentimento era um misto de preocupação e euforia, misturado com alívio, mas uma coisa era inegável: o grupo só saiu sem baixas daquele embate graças à intervenção providencial de Ethien.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 65 - O Sonho do Baile Fantasma e o Mago Prisioneiro

 Relato de sessão, 13/02/2026

 Mestre Renê

Aventureiros:

Solaire de Helina, Arcanista nível 1

Crepúsculo, Magista nível 2

Lioren Folhavil, Elfo nivel 3

Vênus, Combatente nível 2

Ammy, Combatente Nível 2

Eraldin, Elfo Nivel 3

Por Solaire de Helina

"Os aventureiros entram para mais uma noite explorando aquele temido poço.... Retornaremos com vida? Mortos? Me pergunto o que pode ocorrer ali dentro...

Após a parada do elevador, seguimos por um corredor desconfortavelmente escuro, utilizamos da lamparina de Eraldin para conseguirmos enxergar sem que fossemos atacados, ou humilhantemente fossemos levados para um buraco que nos traria a morte.

Após o auxílio de Ammy para descermos uma rampa sem muitas dificuldades, chegamos a uma porta, o visual dela nos remetia puramente a magia, logo os arcanista e o elfo do grupo ficaram animados, e com razão.

Entramos na porta, um salão bem iluminado nos recebeu, logo percebemos onde estávamos... Um baile cadavérico, um esqueleto estranho nos recepcionou, exigindo etiqueta ou um convite de seu senhor, Malazar.

Logo ao aderir postura formal e etiqueta ideal, o esqueleto nós permitiu prosseguir para o baile, os aventureiros foram dançar em conjunto, enquanto eu... Preferi manter distância, uma aventura nova talvez? Decidi fazer par com uma fantasma que ali dançava em solidão, foi uma experiência de fato inédita, o salão passou de algo fantasmagórico para algo... Bonito? Novo?

Os fantasmas se tornaram pessoas, inclusive a que dançava junto a mim, ao fim da dança, ela me entregou um pacote, pacote esse que tinha um relógio muito bonito, mas aparentemente com defeito, sempre indo em direção contrária ao convencional, para quê eu iria querer um relógio que funciona no sentido anti-horário se não fosse para vender?

Por fim, a dança chegou ao fim, o palácio voltou a ser fantasmagórico como antes, o mesmo para os espíritos ali presentes.

Seguimos caminho por uma porta, situação essa que nos levou a outro grande corredor, com diversos quadros de um mago ao longo do tempo, desde sua juventude até sua velhice.

Decidimos descansar, estávamos com fome e com sede, fizemos um pequeno acampamento improvisado, no fim desse descanso, decidi tomar iniciativa em algo arriscado...
Queria aproveitar a onda de energias boas que vinha da área, bizarra mas estranhamente boa, peguei meu pergaminho mais poderoso... Receptáculo, e quando utilizei a magia no anel dado a Lioren por Mirandimax... Funcionou? Tudo está escuro... Apenas vejo... Almas?"

(A partir daqui o relato já não será mais nos olhos de Solaire, pelo fato de anéis não  escreverem relatos)

Vênus levou o corpo agora desmaiado de Solaire para o elevador e ali ficaram, enquanto seus aliados prosseguiram pela estranha masmorra, chegando em uma área com diversos quadros espalhados e uma porta sem maçaneta, por fim, Eraldin adquiriu alguma joias e ouro, quase sendo atacado por um dos quadros que pareciam olhar para os corajosos aventureiros.

Era um quebra-cabeça, a maçaneta da porta estava em um baú atrás do último quadro da sala, juntamente dos tesouros encontrados pelo sagaz elfo, ao ser resolvido pelos exploradores, uma porta para a próxima sala foi aberta.

Chegando lá, percebe-se que a sala possuía um tamanho quase que irreal, quilômetros de extensão, com uma mesa aparentemente para banquetes bem centralizada, varias estatuas de armaduras espalhadas ao fundo, nossos protagonistas desta jornada avistaram objetos da mesa, inclusive uma caneca e uma garrafa (que estranhamente possuíam a logo da taverna da Caneca Furada).

Por fim, ao avistarem as estatuas se mexendo, decidiram bater em retirada de forma segura.

Todos retornaram vivos.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 64 - Depois do dilúvio

 

Sessão: Sexta-feira, 16/01/2026

Eraldin, Elfo (Marco)

Belizarius, Magista (Guilherme)

Crepúsculo,  Magista (Rheica)

Sávio, Combatente (Augusto) 

 Após o recesso de "Natal", a neve e a chuva finalmente deram trégua em Irlum. O grupo de aventureiros — formado por Eraldin, o Celeste; Belizarius, o Mago; e Savio, o Guerreiro — aproveitou o tempo firme para percorrer as ruas da cidade em busca de novas missões.

O Mistério da Taverna Furada

Durante a andança, decidiram passar na Taverna Furada para conferir se o local já havia voltado ao funcionamento normal. No caminho, ouviram boatos sombrios de que o estabelecimento estaria à venda. Para verificar a história, Eraldin bateu à porta e foi recebido por Mick e Jagger, que logo desmentiram os rumores: tratava-se apenas de uma reforma mais demorada. No entanto, o clima amistoso foi cortado por um rosnado sinistro vindo de dentro do estabelecimento, por uma criatura desconhecida que se aproximava da porta, encerrando a conversa abruptamente.

Trabalho Duro na Ratoeira

Sem a taverna disponível e sem missões imediatas, o grupo planejava ajudar Belizarius em sua investigação sobre o demônio que ele e Savio enfrentaram anteriormente em Irlun. Contudo, o destino mudou o rumo da tarde quando um transeunte comentou sobre as dificuldades do povo da Ratoeira, que precisava desesperadamente de ajuda com limpeza e reconstrução. Sávio prontamente se voluntariou, seguido por Eraldin. Belizarius, por sua vez, preferiu resguardar-se para focar em sua investigação.

Enquanto Eraldin e Savio trabalhavam duro na reconstrução, o Celeste aproveitou para conversar com moradores e guardas, colhendo notas importantes sobre a origem das enchentes que assolavam a região.

Encontros Suspeitos e Sombras de Shoggoth

Ao final do primeiro dia, dois desconhecidos de aparência élfica foram vistos esgueirando-se pelos muros da Rataria. Eraldin os abordou e descobriu que se chamavam Ethien e Balerian. Eram forasteiros, recém-chegados há três dias. O rapaz parecia tenso e seu semblante mudou drasticamente ao ouvir menções ao clã dos orcs — algo que até Savio, observando de longe, notou. Percebendo isso, Eraldin optou por não estender o assunto, orientando que procurassem o clã dos orcs se precisassem de ajuda, e a dupla desapareceu pelas vielas.

Paralelamente, a busca de Belizarius rendeu frutos. Após consultar templos e especialistas, o mago finalmente descobriu o nome da entidade que buscava: Shoggoth.

Conclusão e Vigilância

À noite, o grupo se reuniu para partilhar as descobertas. Belizarius alertou os companheiros para redobrarem o cuidado na Rataria, pois todos suspeitavam que os elfos forasteiros pudessem ter ligações com os Máscaras Noturnas, aviso esse que foi estendido para todo os membros do clã. No dia seguinte, o trabalho na Ratoeira continuou. Paralelamente ao trabalho, Savio aproveitou para ir em uma taberna próxima para colher mais informações sobre as ruas e novos visitantes. Eraldin comunicou seus receios aos guardas dos Plumas Azuis que, ao fim do dia, chegaram a avistar os suspeitos. Tentaram segui-los, mas os dois desapareceram misteriosamente entre as vielas da rataria.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 63 - Goranthia retornará!

 21/11/2027
Primeira investigação sobre "Goranthia"

Relato por Gabriel "Vuksagat"

Balik - Marco
Vuksagat - Gabriel
Durin - Noah
Du-Gash - Guilherme Oliveira
Zander o Magnifico - João
Vênus - Silver

Os aventureiros decidiram investigar as estranhas mensagens que apareceram por Irlun, "Goranthia retornará" enfrentando um dos piores tempos de chuva na cidade.
Aproveitando a leve cessada que o temporal deu, os aventureiros se dividiram em dois grupos, Vuk, Zander e Durin se dirigiram a biblioteca, levando também o espelho mágico "Du-gashzinho", enquanto Balik, Du-gash e Vênus iriam encontrar com Nabo, um presidiário ex-Pluma Azul (Ser preso depois de ser da guarda é algum tipo de padrão em Irlun? Já tem uns dois casos desse jeito!).
Foi descoberto que supostamente quem estaria escrevendo sobre Goranthia era um "profeta" de Irlun, Dailini, um senhor que saía por Irlun espalhando profecias sobre o futuro da cidade, um senhor de longos cabelos brancos, barba branca e aparentemente se localizava no mercado de Irlun.
Simultaneamente ambos os grupos conseguiram a mesma informação sobre o tal sujeito, se encontrando logo após no local mencionado, porém o que os esperava era um pouco maior que um velho cabeludo...
Crocodilos do esgoto!Os aventureiros enfrentaram bravamente o crocodilo, até o momento em que mais um surgiu do esgoto, ambos derrotados com sucesso.
Um senhor, dono de uma pequena taverna local ofereceu a Du-Gash uma apresentação custeada pela taverna...
Porém os aventureiros ficam desconfiados pela aparência do taberneiro, no fim ele também se encaixa com a descrição dada por Nabo do suposto vândalo.
Por fim, os aventureiros foram agradecidos e apreciados pelos cidadãos locais após o enfrentamento da dupla de crocodilos.


SCHLEICH - CROCODILLE #14736 - SCHLEICH / PAPO / Schleich 

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 62 - A Vigília de Veyrun

 A Vigília de Veyrun

Mestre Renê

Aventura: Alex

Vinny - Nathaly (Gnomo)
André - Erand (Arcanista)
Ruben - Lobobito (Arcanista)
Noah - Durin (Anão)
Augusto - Sávio (Combatente)

Após descerem o poço, os aventureiros se viram diante de um corredor irregular, tomado por neve e silêncio. No fim do corredor, encontraram uma porta metálica ornamentada com runas gnômicas, onde se lia a inscrição:
 

“Protegei o ciclo...
 

"Preservai a memória.”
 

Intrigados com o aviso, o grupo prosseguiu e após a porta se depararam com um imenso corredor, após adentrarem alguns metros frio revelou um corpo caído, um gnomo de aparência singular, mesclando carne e engrenagens metálicas, como se fosse parte máquina, parte criatura viva, Erand, o mago, carregou o corpo do gnomo. Mais adiante, o corredor se abriu em um grande salão tomado por estátuas de gnomos em poses solenes. Entre elas, uma figura se destacava: um gnomo empunhando um cajado (Gnomo castando magia?), mas o repouso das estátuas não durou muito. Assim que os aventureiros entraram no salão, o gelo começou a ranger e se partir, e as estátuas ganharam vida. Um combate intenso se seguiu entre o grupo e os gnomos congelados.

 Todos voltaram vivos.... 

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 61 - O Assassino das Rosas parte 3 "O Urso e a Rosa"

 22/11/2025

Mestre Marcelo

Kroc, Orc

Belizários, Arcanista

Crepúsculo, Combatente

Du-Gash, Orc

Eraldin, Elfo 

 

O Urso e a Rosa
 

O Clã dos Orcs liderado por Kroc, e incluindo Crepúsculo, Du-Gash, Eraldin e Belizários retomou a caçada ao Assassino das Rosas, concentrando-se no suspeito Coldbert Orinus, um perfumista.

Na perfumaria de Coldbert, o grupo encontrou Juran (conhecido de Du-Gash) e obteve informações cruciais: o endereço residencial de Coldbert, a existência de uma estufa onde ele cultiva flores geneticamente modificadas, e suas habilidades alquímicas.

A caminho da casa do suspeito, uma chuva torrencial começou. O clã cruzou com um circo itinerante e sua principal atração, um Urso-Coruja preso em cordas chamado Rodeo, e logo perceberam sua situação graças aos maus tratos do circo junto a sua expressão de ódio e sofrimento tentando se libertar. Rodeo com toda sua força liberta-se de suas amarras, ataca e mata um de seus treinadores. O grupo lutou contra a criatura e optam por matá-la como um ato de misericórdia, libertando-o de sua vida miserável como animal de circo. Kroc e Eraldin agrediram o dono do circo como retaliação por sua aparente perversidade, e Du-Gash fez uma prece sobre o corpo da criatura antes de seguirem adiante.

No dia seguinte, sob chuva intensa, Kroc segue até a Cidadela Azul para negociara atuação do  grupo com o Capitão Torthin, e Eraldin segue até a área indicada por Juran par localizar o ponto exato da residência de Coldbert.  
 

domingo, 28 de setembro de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 60 - O Templo de Sangue 2a incursão

Mestre Guilherme Kazuma

Kroc Dellamn orc lv 4  (André)
Lioren arcanista lv 1 elfo lv 2 (Guilherme)
Eraldin elfo lv 2 (Marco)
Crepúsculo magista lv 2 (Rheica)

O elfo ergue a caneca, bate-a na mesa e deixa a espuma escorrer antes de começar. Sua voz se mistura ao barulho da taverna, mas logo prende a atenção dos que estão por perto:

“Meus amigos… vocês acreditariam se eu dissesse que hoje desci 666 braçadas no elevador de Malmin? Pois é. O número maldito. Só de ouvir já senti a espinha gelar.

Descemos nós quatro: Kroc, o impetuoso orc; Crepúsculo, com sua fé inabalável; um estranho chamado Lioren; e eu, que agora vos falo.

O lugar era um túmulo vivo, fétido e silencioso. Kroc parecia conhecer cada pedra, mas guardava segredos — como sempre. Segui-lo foi como seguir um cego correndo para o abismo. E adivinhem? O abismo nos esperava.

Chegamos a um altar tomado por corpos. Um encapuzado murmurava cânticos profanos, e ao lado dele uma criatura com cabeça de javali nos fitava. Kroc não pensou, só avançou. E nós, insensatos, seguimos.

No início, vencíamos. Mas então… o javali chamou reforços. E do altar nasceu um coração pulsante, cada batida drenando nosso sangue. Imaginem lutar contra homens, mortos-vivos e ainda contra o próprio coração batendo dentro da sala!

Crepúsculo clamou à sua deusa, e a luz respondeu. Mas por cada raio de esperança, dez sombras se erguiam. Nossos golpes falhavam, nossas magias sumiam. Até que Lioren caiu. Não caiu — se dissolveu! Uma poça de sangue sorrindo para nós. Até hoje sinto o estômago embrulhar só de lembrar.

E sabem o que fizemos? Fugimos. Sim, meus caros! Fugimos como ratos acuados. Já havíamos derrubado uns cinco ou seis inimigos, mas cada morto era transformado em bomba pelos hemomantes. Duas explosões já nos haviam queimado por dentro. A terceira teria acabado conosco.

Enquanto corríamos, projéteis de sangue nos perseguiam. Eu me coloquei à frente, conjurando minha Armadura Arcana. Um deles atravessou minha defesa e derrubou Kroc. Pensei que fosse o fim… mas então… Lioren voltou! Surgiu de uma poça de sangue, vivo, distorcido, mas vivo!

Ele e eu puxamos Kroc enquanto Crepúsculo nos mantinha respirando com sua fé. Subimos no elevador sob uma chuva de magia, mas vivos. Por um fio, vivos!

E agora vos digo…”, o elfo ergue a caneca outra vez, o olhar sério e distante,
“…não foi força que nos salvou. Não foi coragem. Foi pura graça dos deuses. E se não aprendermos com isso, da próxima vez não haverá relato algum para contar.”

Silêncio toma a mesa por alguns segundos, até que alguém ergue a própria caneca em resposta. 

quarta-feira, 24 de setembro de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 59 - De Volta à Cidadela Escarlate

29/08/2025

Amigo, Arcanista (Guilherme)  

Lioren, Anão, por enquanto (Guilherme)

Crepúsculo, Magista (Rheica)

Shun, Arcanista (Gabriel)

Ammy, Combatente (Vinny) 

Os bravos aventureiros retornam a um complexo de túneis que já haviam visitado: conhecido como a Cidadela Escarlate, neste local Du-Gash ao encarar um espelho mágico, criou um duplo seu, mas vil e ardiloso.

Estranhamente os corredores parecem úmidos e pequenas plantas crescem nos cantos das paredes. Encontram um dos guardas que vestem as tradicionais armaduras de couro com o emblema de olho. O guarda parece louco e desesperadamente tenta fugir do local. O grupo tenta acalmá-lo e Shun enfeitiça-o, o que faz com o guarda fique menos agitado.

Do fundo do corredor, um grupo de outros guardas estranhamento unidos a vinhas que retornam pelo caminho, se aproximam e emitindo grunhidos inumanos atacam o grupo. Shun retorna pelos corredores e encontra a sala dos espelhos, mas aquele que havia criado o duplo de Du-gash está destruído. O arcanista toca um dos outros espelhos e recebe uma dádiva.

Os demais conseguem derrubar os guardas-planta com flechas e fogo, e decidem retornar a taverna.

Todos retornaram.          

quarta-feira, 10 de setembro de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 58 - O Assassino das Rosas parte 2

 08/07/2025

Mestre Marcelo

Kroc, Orc (André)

Fritz, Elfo (Guilherme)

Eraldin, Elfo (Marco)

Kazuma, Especialista (Guilherme)

Crepúsculo, Magista (Rheica)

Summer, Combatente (Ruthy Silver)

Taverna, Combatente (Augusto)

Vuk, Orc (Gabriel)

Jorel, Anão (Vinny) 

Depois de uma tocaia  na taverna Entre Taças e Panelas, Kroc descobre indícios de quem seria o suspeito de estar cometendo os assassinatos de mulheres em Irlun. E descobre este vem nutrindo certa obsessão por Crepúsculo.    

O grupo decide armar uma campana na taverna, e num dia especialmente movimentado encontram lá o suspeito.

Fritz tenta se aproximar, conversa com os suspeito, enquanto Crepúsculo que servia de isca, é abordada por um outro jovem que fica a noite inteira galanteando a sacerdotisa. De dentro da taverna, Kroc acompanha os desdobramentos.

Do lado de fora da taverna, Jorel, Taverna, Summer, Eraldin e Vuk permanecem de guarda.

Com a desculpa de ir ao banheiro, Coldbert Orinus,o suspeito, se evade do local.

Descobrindo que Coldbert havia deixado a taverna, em grupos separados o grupo de aventureiros começam um discreta perseguição noturna. Alguns seguem por ruas principais, outros por vielas adjacentes.

Com Coldbert à vista, o grupo se prepara para ação, quando são abordados nas sombras por um outro grupo, e uma voz feminina  diz, "Então acharam uma boa ideia invadir os domínios dos Máscaras Noturnas?" Em vielas próximas, Taverna e Shun são atacados pelo mesmo grupo.

O combate se inicia. Kazuma ainda acerta uma flechada em Coldbert, que grita desesperado por ajuda. Fritz é atingido por Mísseis Mágicos, e flechas voam em todas as direções. Eraldin como intuito de manter Coldbert à vista do grupo se adianta e segura o rapaz ferido com a desculpa de protegê-lo.

Em instantes os apitos dos Plumas Azuis soam nas proximidades. Os atacantes mascarados desaparecem em telhados e sombras. 

Eraldin traz Coldbert para a rua principal, e Fritz se arrasta com ajuda dos companheiros para lá.

Crepúsculo tenta desesperada uma dádiva de Helina, que não é suficiente: Fritz perece a seus pés.

Os Plumas Azuis abordam o grupo, Coldbert diz que foi atacado, e os aventureiros acusam os Máscaras Noturnas pela ação.   

Jorel e Summer seguem com os Plumas para prestar depoimento.

Crepúsculo e Shun, que era um dos Plumas Azuis que patrulhava a região, seguem com Coldbert para o Templo de Helina para providenciar curas. Durante a noite, sob desculpas de poderoso envenenamento, tentam descobrir mais sobre Coldbert Orinus. Permanecem até a manhã examinando e investigando o rapaz.

Já com meio da manhã, um grupo de Plumas Azuis chega ao templo e estranha o fato de Shun não ter levado a vítima prontamente à Cidadela Azul. Shun dá desculpas e tenta impedir que os outros soldados levam Coldbert em custódia. Os soldados dão ordem a Shun que os acompanhe até a cidadela.

Lá Shun conta ao Capitão Thormem uma história mirabolante de que possui conhecimentos extraordinários sobre venenos e curas prodigiosas que apenas ele conhecia. É dado a chance de que ela assuma a confusão em que se meteu, mas Shun mantém o discurso. Uma dupla de Arcanos Maiores dos Plumas Azuis confirma a mentira de Shun.

Shun é multado, preso e expulso dos Plumas Azuis.

Sem ter outra saída, a Shun é concedido o o direito de pedir uma visita... "Por favor chamem Kroc, do Clã dos Orcs."


Fritz, o Elfo, não retornou dessa aventura.            

    

    

domingo, 7 de setembro de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 57 - A Torre Negra - 3a incursão

11/07/2025

Mestre Marcelo

Amigo, Arcanista (Guilherme)

Kroc, Orc (André)

Vênus, Combatente (Ruthy Silver)

Ammy, Combatente (Vinny)

Eraldin, Elfo (Marco)

Lioren, Arcanista,,,, ainda (Guilherme) 

 

O grupo retorna a estranha torre que já haviam visitado em oportunidades anteriores, inclusive onde Kroc conseguiu realizar um ritual num área onde pedras amarelas estavam incrustadas no chão, e fez seu rosto retornar ao normal.

Ao descerem pela escada curva que acompanhava a parede, se deparam com um grupo de vermes gigantes que se banqueteavam nos restos da estranha criatura que invadiu os sonhos de alguns aventureiros na incursão anterior, e uma delas subia as escadas e atacou Kroc.

O orc ficou paralisado no início do combate, e os demais precisaram agir para resgatar Kroc.

Todos retornaram.
 

sábado, 30 de agosto de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 56 - O Covil do Unicórnio Louco

16/08/2025

Mestre César Milman

Ammy, Combatente (Vinny)

Lioren, Arcanista... (Guilherme)

Vuk, Orc (Gabriel)

Amigo, Arcanista (Guilherme)

Juvenal, Magista (Oacir)

Eraldin, Elfo (Marco) 


Os aventureiros descem o poço e adentram em uma estranha masmorra onde suas paredes são cobertas de gosma multi-coloridas e vagam criaturas humanoides feitas dessa gelatina de cheiro doce. 

Depois de se aprofundarem nessa dungeon se encontram em uma grande nave de um templo, com seus bancos quebrados jogados nos cantos e uma surpreendente criatura trotando no meio do salão. Se trata da espetacular criatura conhecida como unicórnio, mas esse espécime parece diferenciado: ele anda loucamente de forma errática de um lado para o outro. Os aventureiros ao se aproximarem percebem que a criatura baba e tem ódio nos olhos desejando sangue e exala feromônios capazes de encantarem aqueles que se aproximam. 

Os aventureiros travam um duro combate com a louca criatura mítica, aqueles que estavam atacando-a com remorso logo se enfurecem ao verem seus poderes, como o de vomitar gatinhos e cachorrinhos capazes de enfeitiçar e explodirem na mão dos combatentes. 

Depois de muitos ferimentos, mordidas, explosões, golpes, flechadas e fogo os saqueadores conseguiram derrotar a criatura. Enquanto uns arrancavam partes da criatura, outros saqueavam o templo de temática marinha, o arcanista do grupo resolveu entrar em um buraco debaixo do altar chegando em uma caverna onde se encontrava um meteoro fonte de toda a psicotronxeira desse lugar, ele resolve arrancar uma lasca, o contato com a pedra lhe provoca algo inexplicável ele deixa de ser humano e se transforma em uma daqueles criaturas conhecidas como anãos. Uma incursão muito louca e rentável.

segunda-feira, 18 de agosto de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 55 - O Berço dos Sussurros de Ys

 11/08/25 

Mestre Renê

Amigo (Guilherme Kazuma) - Arcanista, Lvl2

Eraldin (Marco) - Elfo, Lvl1

Artorias (Gabriel) - Gnomo, Lvl1 R.I.P ☠️

Sávio (Augusto) - Combatente, Lvl1

Nathalye (Vinny) - Gnomo, Lvl1

Ao se depararem com uma bizarra porta, o grupo como em poucos vezes, vacilou na decisão de atravessá-la, mas por fim, deram um passo adiante.

O grupo adentrou o Berço dos Sussurros, sentindo o ar pesado, o cheiro azedo e o chão viscoso. 

Descendo pelo túnel, enfrentaram insetóides ferozes, mas perderam Artorias, o gnomo, em combate. 



Seguiram em frente, passando por uma poça de ácido repleta de larvas translúcidas com olhos humanos e enfrentando criaturas híbridas cada vez mais grotescas. 

Na câmara final, lutaram contra um híbrido mortal preso em teias e saíram vitoriosos, mas carregando o peso da perda.

R.I.P. Artorias.

sexta-feira, 15 de agosto de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 54 - A Grande Árvore Anciã

01/08/2025

Mestre: Gabriel

Amigo, Arcanista nível 2, Neutro (Guilherme Kazuma)

Vênus, Combatente nível 1, Neutro (Rheica)

Kroc, Orc nível 4, Ordeiro (André)

Juvenal, Nivel 2, Neutro (Oacir)

Ammy, Combatente nível 1, Ordeiro;

Lioren, Arcanista nível, 1 Caótico.

Os aventureiros se depararam com uma porta com um espelho aparentemente mágico pendurado, ao se aproximar, gritos e som de eletricidade foram ouvidos do interior da sala, ao abrirem a porta, foram puxados para dentro de um tipo de aparelho luminoso de forma cubica, quase como em um redemoinho.

O grupo se deparou com outro local, completamente diferente de onde estavam anteriormente, a própria aparência do grupo havia se alterado, eles estavam poligonais, quase como quadrados, sem muito tempo para perder, os aventureiros se depararam com uma pequena fada chamada "Navi" que os auxiliou durante sua aventura.

Em conjunto, decidem entrar em uma espécie de árvore gigante que havia ali, descobrindo uma grande teia no meio da sala principal, teia essa que deveria ser rasgada utilizando-se de impulso, após entenderem sobre os materiais da teia, decidiram utilizar-se de escadas e subirem para o topo da árvore, pensando em rasgar a teia pulando do topo da sala.

Após Kroc ficar preso em uma sala separadamente do grupo, os aventureiros decidiram prosseguir enquanto Kroc retornava, Lioren avançou, eliminando aranhas que impediam que o grupo subisse por vinhas.

Ao subirem com sucesso, pularam na teia principal, comprovando a teoria sobre a teia, caindo diretamente em uma poça de água que desafiando a lógica, não os causou mal algum, ainda nesta sala com a poça, desvendaram o mistério sobre as tochas apagadas e liberaram uma porta trancada que havia ali perto, Amigo jogou Juvenal dentro da sala que se trancou, sendo obrigado a enfrentar uma criatura que atirava nozes pela boca, criatura essa que quebrou o escudo de Juvenal, após derrotar a criatura, a mesma revelou um código ao magista: 231, 23 é o número 1, juntamente a um baú com uma partitura esquisita em uma linguagem desconhecida.

Prosseguindo pela masmorra, os aventureiros se depararam com 3 criaturas da mesma espécie que atacou Juvenal, Kroc tomou a dianteira e quase eliminou uma das criaturas, que com medo da morte decidiu abrir a porta para o grupo, eliminando a necessidade do código entregue ao magista.

Dentro da nova sala, eles se deparam com uma criatura com aparência grotesca, se assemelhando a uma aranha de um olho só, era a rainha deste ninho dentro da árvore, Juvenal foi abatido pela criatura, Kroc conseguiu ajuda-lo utilizando de suas habilidades de necromancia.

O combate acabou em sucesso por parte do grupo, sem baixas e com dois reféns resgatados, a fada e um jovem rapaz que estava preso no covil da criatura.

Após a morte da rainha aranha, os heróis foram levados para o lado de fora da árvore por meio de uma espécie de portal azul misterioso, a entrada da árvore revelou ser uma boca, a árvore era viva e estava falando com eles.

Por fim, cada um foi levado a seu respectivo local de origem pela árvore, exceto pela fada que foi levada junta aos aventureiros, pois em Irlun, haviam cartazes de desaparecido com o rosto da fada.

terça-feira, 12 de agosto de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 53 - O Asilo dos Goblins Heróis

18/07/2025

Mestre Guilherme Kazuma

Zoti Bombastik (Victor) lvl 1 anão 

Kroc (André) lvl 3 orc

Vuksagat (Gabriel ) lvl 2 orc

Arkanis (Renê) lvl 1 magista

Os aventureiros entraram em uma caverna sombria, passando por uma porta marcada por inúmeros furos de flechas. Avançaram por corredores estreitos e tortuosos, repletos de armadilhas e túneis, quando encontraram uma pequena criatura que, assustada, mordeu um dos heróis e tentou fugir.

A perseguição quase teve sucesso, mas os donos da criatura — Jhon Goblin Week e Rambi Goblin — surgiram através de pequenos túneis, pedindo a libertação de seu mascote. Para evitar combate, os aventureiros concordaram.

No entanto, os goblins exigiram que os intrusos deixassem a “casa” deles e retornassem. Diante da recusa, começou uma guerra de armadilhas e emboscadas, aproveitando-se do conhecimento perfeito do terreno.

No meio dessa tortuosa travessia, os heróis atiraram fezes no Goblin Week, o que permitiu rastreá-lo pelo cheiro — ajudando, mas não garantindo passagem segura.

Após sobreviver a diversos perigos, o grupo entrou em um corredor longo, com uma sala fechada no fim. Lá, foram atacados pelo Goblin Week em uma emboscada mortal. Ele tentou fugir por um dos buracos, mas foi abatido durante a retirada, morrendo no ato.

O grupo descansou e seguiu explorando. Porém, ao sair da sala, Kroc foi atingido em cheio no rosto por um disparo de balestra — o novo inimigo era um goblin atirador habilidoso. Mesmo após ter sua arma destruída, o goblin chamou reforços: cães de caça surgiram, transformando o combate em uma caçada sangrenta, com emboscadas rápidas e ataques coordenados.

Quando o confronto parecia chegar ao fim, o goblin fez sua última jogada: retornou furtivamente à sala onde o grupo havia matado seu companheiro e lançou um odre de óleo em chamas, tentando incinerar todos.

Foi nesse momento que o anão do grupo se sacrificou. Com suas últimas forças, bloqueou o túnel com o escudo, impedindo que o fogo alcançasse seus amigos. Morreu com um sorriso bárbaro e heroico, dizendo:

"Eu não sou como outros anões."

O goblin, gravemente ferido, escapou nas sombras, deixando para trás a ameaça:

"Vocês vão se arrepender de ter perturbado o descanso do asilo dos goblins heróis!"

Os sobreviventes retornaram carregando algum ouro e poucos pertences, mas principalmente a dor da perda do anão que salvou suas vidas.

Zoti Bombastik não retornou.

sábado, 19 de julho de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 52 - A Opulenta Latrina, incursão 1

04/07/2025

Mestre Marcelo

Kroc, Orc 4o Nível Ordeiro (André)

Amigo, Arcanista, 2o Nível Neutro (Guilherme)

Fritz, Elfo, 1o Nível (Guilherme)

Nathaly, Gnoma, 1o Nível (Vinny)

Vuksagath , Orc, 2o Nível (Gariel)

O grupo desce o poço da taverna de Malmin, e chega a uma rachadura na parede que nunca haviam visitado. 

Ao chegarem no fim da fenda, pisam em solo fofo que mais tarde descobrem serem fezes, que ocupam igualmente a saída da fenda que se abre para uma caverna.

Começam a explorar a caverna, e são atacados por flechas que que atingem vários dos aventureiros Os atacantes se escondem por trás de uma chapa de metal. Kroc começa a trespassar as seteiras existentes na chapa.

Fritz e Amigo se protegem das flechas, descobrem mais duas saídas da caverna. Ao decidir por uma delas, Fritz é surpreendido por uma armadilha no solo que o lança contra o teto. Em estado gravíssimo, seus companheiros decidem retornar a taverna.     

Todos retornaram , porém Fritz voltou em estado crítico. 

 

quarta-feira, 16 de julho de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 51 - Os Túneis dos Máscaras Noturnas, 3a incursão

 27/06/2025

Mestre Marcelo

Amigo, Arcanista (Guilherme)

Vuksagath, Orc (Gabriel)

Eraldin, Elfo (Marcos)

Vênus, Combatente (Ruthy)

Nathaly, Gnoma (Vinny)

Fritz, Elfo (Guilherme)

O grupo de aventureiros desce o poço da Taverna da Caneca Furada e se deparam com uma porta completamente negra, alguns reconhecem-na e ao abrirem-na, encontram Gaboléia, o homem-tigre que se exila no local conhecido como o local de treinamento dos Máscaras Noturnas. Gaboléia parece be-himorado.

Decidem explorar a estátua norte, Coruja, abrem a pota secreta e se deparam com um túnel vertical com uma escada, e uma alvanca ao lado. Retornam.

Exploram então a estátua leste, Peixe, abrem a porta secreta e encontram um corredor escuro. No meio do caminho do corredor são atacados por uma rataria, que ataca todos os aventureiros. Nath, Vuk, Eraldin e Fritz são mordidos.    

Com comida e ânforas de óleo dispersam as criaturas mas deicidem retornar à Taverna.

Todos retornaram , alguns doentes. 

domingo, 13 de julho de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 50 - Templo de Sangue

20/06/2025

Mestre Guilherme Kazuma

Gi-hun (Ian ) lv1 Combatente 

Kroc (André ) lv 3 Orc

Du-Gash (Guilherme) lv 3 Orc

Shun (Gabriel) lv1 Arcanista

Venus (Silver ) lv 1 Combatente

Nathali (Vinny) lv1 Gnomo

Os aventureiros adentraram o profano e pulsante Templo do Sangue, onde cada pedra parecia respirar violência. Logo no primeiro corredor, encontraram, numa sala lateral, uma única mesa de pedra, onde cultistas famintos faziam uma refeição silenciosa.

Sem aviso, os cultistas atacaram com ferocidade, dando início ao primeiro combate. Em meio ao caos, surgiu o açougueiro do templo — também conhecido como o cozinheiro, uma figura grotesca com cabeça de porco, coberto de sangue seco e gordura. Ele entrou na luta para apoiar os cultistas, mas foi rapidamente encantado pelo mago, entrando em transe.

Durante o combate, os cadáveres começaram a reagir — carne se fundindo com carne — e, ao final da batalha, o primeiro golem de carne foi formado: uma aberração pulsante feita de restos humanos ainda vivos.

Após a vitória, o mago Shun e o açougueiro entraram na cozinha, onde encontraram a comida viva e consciente, contorcendo-se em tigelas e caldeirões. Horrorizados, saíram rapidamente, retornando ao corredor principal.

Assim que voltaram, foram emboscados por mais cultistas. Dessa vez, o açougueiro — ainda sob efeito do encantamento — devorava os corpos dos inimigos, impedindo que um novo golem fosse criado. Sua presença grotesca evitou um desastre ainda maior.

Mas nem todos sobreviveram.

Mesmo com a ajuda do açougueiro, o mago Murlan foi morto, perfurado por uma saraivada de balas de sangue, caindo como uma sombra entre os gritos.

Com o combate vencido, o açougueiro se retirou calmamente para a esquerda, em direção ao banheiro, enquanto os aventureiros seguiram para a direita, onde encontraram a prisão do templo.

Lá, depararam-se com dezenas de prisioneiros enfraquecidos, acorrentados e cobertos de sangue seco. Durante o resgate, o mago Shun entrou em uma das celas e, transtornado, sussurrou: “Hora do sacrifício.”

Com raiva e medo, os próprios aventureiros o trancaram com os prisioneiros, que, apavorados, o atacaram brutalmente, achando que fosse mais um cultista. Shun sobreviveu por pouco.

Após os ânimos se acalmarem, dois grupos de prisioneiros foram libertos com sucesso. Porém, ao abrir a terceira cela, os aventureiros foram novamente surpreendidos — uma emboscada de cultistas os aguardava.

Em um ato de coragem desesperada, os prisioneiros restantes atacaram os cultistas com machadinhas improvisadas, entregues a eles momentos antes, tentando proteger seus salvadores.

Foi então que as runas de escravidão, escondidas sob suas peles, brilharam em vermelho vivo — e, num instante brutal, os corpos dos prisioneiros explodiram em sangue e vísceras, vítimas de um encantamento cruel e irreversível.

Mal houve tempo para o luto. Um novo combate começou imediatamente.

Um segundo golem de carne surgiu no caos, mais selvagem e deformado que o anterior, e quase matou os aventureiros.

Apesar do horror, dor e perdas…

Os aventureiros conseguiram escapar do templo — mas não saíram ilesos.

Corpos marcados.

Mentes em ruínas.

O sangue do templo não os deixou intocados.

sábado, 5 de julho de 2025

UMA NOITE NA MASMORRA - Episódio 49 - Em busca dos Máscaras Noturnas, 2a incursão

15/06/2025

Mestre Marcelo

Kazuma, Especialista (Guilherme)  

Summer, Combatente (Ruthy Silver)

Taverna, Combatente (Augusto)

Fritz, Elfo (Guilherme) 

Kadmus, Arcanista (Renê)

Jorel, Anão (Vinny)

Kazuma continua determinado a resgatar seu parceiro comercial Duran, que segundo informações recentes estaria preso pela infame organização criminosa chamada Máscaras Noturnas. 

Tendo descoberto a possível localização de um esconderijo fa guilda nos esgotos, Kazuma reúne um grupo e segue para lá.

Algum tempo vagando pelos esgotos, encontram-se com Fritz, que segue com o grupo principal.

Prestes a chegarem na plataforma são atacados por Skotadillos que parecem infestar as partes mais distantes dos esgotos.

Chegando à plataforma, descobrem uma porta secreta. Corredores se abrem e logo, uma cadáver recentemente morto está pendurando em uma parede, ao seu lado a runa dos Máscaras em sangue.

Seguem adiante e numa curva no fim do corredor sobre a parede Kazuma e Summer descobre a pintura de um gato, que ao se aproximarem dispara Mísseis Mágicos nos dois. Da retaguarda são atacados por flechas, que ao iluminarem o corredor com uma tocha lançada, descobrem ser um gnomo.

Taverna é atingido e cai. Os companheiros correm para protegê-lo e estabilizá-lo, e o gnomo desaparece na escuridão. 

Decidem retornar, com Taverna quase morto.

Todos retornaram, por pouco.