Sessão: 17/02/2026
Participantes:
Rheica: Crepúsculo, magista nível 2;
Marco: Eraldin, elfo nível 3;
Guilherme: Kazuma, especialista nível 4;
Guilherme Oliveira: Lioren, Elfo nível 3;
Augusto: Sávio, Combatente nível 2;
Anthony: Solaire, Arcanista nível 2;
Silver: Vênus, Combatente nível 3;
por Marco Eraldin
A aventura recomeçou logo após os eventos traumáticos do dia anterior. Com exceção de Kazuma, que permaneceu em vigília monitorando o local para ver se mais alguém se aproximava, os demais aventureiros buscaram o refúgio de suas casas para descansar e processar descobertas.
Preparativos e Diplomacia
No dia seguinte, o grupo se reuniu para traçar os próximos passos. Houve um consenso: a nova incursão exigiria o maior número de aliados possíveis. Reforços foram convocados — Lioren, Vênus, Solaire e Sávio — somando-se ao núcleo principal. Kazuma relatou que a noite no local do último combate fora silenciosa, sem movimentações suspeitas. Embora Kazuma estivesse ansioso para partir imediatamente, Eraldin notou sua exaustão e pediu para que ele descansasse antes da missão.
Enquanto Kazuma recuperava as suas forças, Eraldin dirigiu-se à sede dos Plumas Azuis. Em uma conversa franca com o Capitão, expôs a gravidade da situação, citando o possível conflito entre facções e a suspeita da presença dos Máscaras Noturnas. O Capitão, embora severo e com poucos homens à disposição, concedeu uma permissão especial:
"Não tenho homens para ceder, então permito que investiguem. Mas lembrem-se: sem confusões, sem importunar ou matar inocentes. Reportem-se a mim ao fim da investigação."
O Retorno ao subterrâneo
Com a permissão em mãos e Kazuma descansado, o grupo partiu. Para a descida ao subterrâneo, formou-se uma equipe de exploração com Eraldin, Kazuma, Nathaly, Sávio
e Vênus, enquanto Lioren, Solaire e Crepúsculo permaneceram na superfície, garantindo que ninguém os seguisse.
Após descerem e cruzarem a porta, o grupo nota que ela estava com uma substância laranja translúcida — dura, inodora um pouco semelhante a uma gelatina. Em uma bifurcação, Nathaly e Sávio analisaram o terreno e perceberam que a terra à esquerda estava mais remexida. Decidiram seguir por ali, mas não antes de Nathaly instalar uma armadilha sonora no caminho da direita como precaução.
Emboscada e o Símbolo de Helina
"Ora, ora... parece que temos um ratinho aqui."
Kazuma notou imediatamente que tinham 4 bestas apontas em sua direção, além disso, notou um disco de madeira com o símbolo do sol de Helina no pescoço de um dos captores, mas manteve a calma. Interrogado pelo líder do grupo, um homem chamado Sevarinus que portava um cajado, Kazuma respondeu de forma evasiva, protegendo a localização/ presença de seus companheiros e a natureza de sua missão. Sevarinus, com um olhar duro, ordenou que ele fosse embora e levasse quem quer que estivesse com ele, alegando que o local não era seguro e que eles não deviam estar ali.
Ao retornar e relatar o encontro, Eraldin questiona a existência de uma milícia da Igreja de Helina, mas Vênus, recorrendo aos seus conhecimentos, teve a certeza: a igreja não possuía tal braço armado.
Uma criatura voadora
Antes que pudessem decidir o próximo passo, um ruído estranho vindo do túnel por onde vieram interrompeu o silêncio. Algo se aproximava rapidamente, deslizando sem causar vibrações no chão. A surpresa veio na forma de uma criatura aberrante: uma coisa com a cabeça de javali flutando que avançou ferozmente contra o grupo.
O túnel estreito forçou uma formação em fila indiana, dificultando a defesa. Eraldin gritou para que Nathaly lhe entregasse o seu escudo enquanto conjurava sua armadura mágica. Sávio tentava disparar suas flechas por cima do ombro do elfo, enquanto Kazuma recuava em direção à porta de metal, tentando abri-la para ganhar espaço.
A criatura atingiu Eraldin duas vezes, sentindo o contra-ataque mágico da armadura, mas não recuou. Sávio e Nathaly disparavam, mas os projéteis não encontravam o alvo na confusão do túnel, e Vênus, presa no final da fila, não conseguia progredir para ajudar. Em um momento de abertura, Eraldin desferiu um golpe preciso de espada, mas percebeu com horror que a lâmina não causou efeito algum na criatura.
O caos do combate atraiu novamente o grupo de Sevarinus. Ao ver Kazuma, o líder rosnou:
"Não dissemos para você ir embora?"
Kazuma explicou rapidamente a situação, apontando para o monstro que acuava seus amigos no corredor. Sevarinus, após confirmar a veracidade do relato através de seus homens, respirou fundo e, empunhando seu cajado, avançou em direção ao combate.


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